sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Saúde em São Pedro da Aldeia...

Mosquito da dengue agradece à Prefeitura de São Pedro da Aldeia pelo apoio

Deu no Portal R7:

"Agentes de combate a dengue em São Pedro da Aldeia, na região dos Lagos do Rio de Janeiro, fizeram uma manifestação em frente à Prefeitura, nesta quinta-feira (13). Eles reclamam que trabalham com produtos químicos e não tem equipamentos de segurança.

Os manifestantes decidiram que até a próxima reunião com os representantes da Prefeitura, no dia 23, não vão manusear os produtos químicos. A decisão tem apoio do sindicato da categoria.

Os agentes reclamam que não são submetidos aos exames regulares que verificam a contaminação. Eles alegam também que não receberam os equipamentos de segurança, como luvas e roupas, que seriam compradas com recursos do governo federal.

O Procurador de São Pedro da Aldeia, Rafael Rodrigues de Andrade, recebeu representantes dos manifestantes e disse que vai atender aos pedidos o mais rápido possível."

Fonte: Portal R7

Mas não é só isso...

A manifestação contou também com a participação dos Agentes Comunitários de Saúde - abandonados pelo prefeito atual, que não esconde que "não gosta" do Programa Saúde da Família (o PSF, implantado em São Pedro da Aldeia durante a administração PeTista da Secretaria de Saúde).

Carlindinho não gosta do PSF - mas não tem nada contra a verba que o Ministério da Saúde manda mensalmente para manutenção do programa. Desde quando assumiu (em 2009) até hoje, já foram enviados R$ 5.351.059,00, segundo dados do Portal da Transparência.

Carlindo Filho - uma injeção (nem que seja de verbas federais) sempre faz bem

Mas atenção: essa verba é só para o PSF! (Isso mesmo, aquele que não funciona mais). Ainda há verbas para os Postos de Saúde, para o Pronto Socorro (aquele onde nem lençol tem), para os remédios (que não se encontra!)...

A saúde em São Pedro não está doente por falta de dinheiro. O que falta é vergonha na cara e temor a Deus...

A cerca desses bem disse o Profeta Isaías:

"Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que escrevem perversidades; para privarem da justiça os necessitados, e arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo; para despojarem as viúvas e roubarem os órfãos!

Mas que fareis vós no dia da visitação, e na desolação, que há de vir de longe? a quem recorrereis para obter socorro, e onde deixareis a vossa riqueza?"


(Isaias 10:1-2)


domingo, 2 de outubro de 2011

Comunidade de países de Língua Portuguesa quer dinamismo na cooperação



O I Fórum da Sociedade Civil “Promovendo a participação social na CPLP”, que está reunindo organizações da sociedade civil da CPLP foi aberto dia 28, em Brasília.

O evento, organizado pelo Secretariado Executivo da CPLP em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores e com a Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, é uma oportunidade para a integração do governo com as organizações da sociedade civil da CPLP.

O embaixador angolano no Brasil, Nelson Cosme, considerou que os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa conseguiram fortalecer o processo de identificação de caminhos para uma cooperação mais dinâmica, durante o Fórum da Sociedade Civil da comunidade.

Nelson Cosme, embaixador da Angola no Brasil

O diplomata , que falava na abertura do encontro em representação da presidência angolana da comunidade, pediu maior reflexão sobre questões actuais ligadas à escassez de alimentos, diminuição da oferta de empregos e alterações climáticas na comunidade.

Na ocasião, o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, lembrou que, apesar de terem passado 15 anos desde a sua fundação, a CPLP ainda não foi capaz de resolver a questão da facilitação da circulação no espaço da comunidade, e o volume de trocas comerciais e cooperação entre os Estados ainda é incipiente.

O Fórum da Sociedade Civil da CPLP, debateu, entre outros temas, a cultura como instrumento de integração, a educação pela integração, o meio ambiente, infância e a agricultura e soberania alimentar.

sábado, 24 de setembro de 2011

Mais uma vítima do NÃO ao desarmarmento


Uma criança de 10 anos atirou na professora e se matou.

A cobertura na imprensa não foi tão grande... o que faltou? Quem sabe se o fato fosse no Rio de Janeiro (e não em São Caetano - SP) ... ou se ocorresse em uma escola de classe média (e não em uma simples escola municipal)... ou se o seu pai fosse empresário, jogador de futebol e artista (e não um guarda municipal)... Se pelo menos o menino fosse um rapazinho que estivesse despertando sua homossexualidade... ou se a professora fosse conhecida por humilhar seus alunos.

Mas, os envolvidos eram gente comum, sem nada especial.

Uma criança de 10 anos atirou na professora...

O fato é que esse menino chegou a avisar a um colega que iria atirar na professora e se matar. E nada foi feito. O fato também é que ele não era traficante - nem policial. Era apenas uma criança de 10 anos que estava sofrendo.

E ninguém percebeu seu sofrimento.

Uma criança de 10 anos...

Uma criança de 10 anos estava sofrendo muito e teve - à sua disposição - uma arma de fogo, plenamente legalizada e guardada em local seguro (segundo o pai). Com exceção dos pais e da professora, logo o fato cairá no esquecimento.

Mas o menino não fará 11 anos.

Uma criança...

Que Deus perdoe a nós todos, o povo brasileiro, por termos caído no "conto do vigário (e do pastor)" e não aceitarmos o desarmarmento, em 2003...

Que Deus perdoe os líderes políticos e religiosos que, na ânsia de atacar o então presidente Lula, levaram seus seguidores a votar NÃO AO DESARMAMENTO...

Que Deus perdoe nossos deputados e senadores que, por covardia ou por "convencimento" vindo dos comerciantes de armas, se omitiram e criaram um plebiscito - quando bastava uma lei: "nesse país estão proibidas todas as armas; somente militares e policiais poderão andar armados, para defesa da nação e do seu povo"

Que Deus perdoe o nosso Brasil e não nos impute mais esse pecado.